domingo, novembro 19, 2006
Por Danielly Abreu
Essa semana a maioria dos jornais noticiaram a morte de uma modelo brasileira, por causa de anorexia. Vi em uma das reportagens que ela se sentia gorda e que para ser contratada ela precisava ser ainda mais magra. Esta é uma prova de como o mercado faz com que as meninas acarretem doenças como a anorexia e a bulemia.
Não se pode culpar o mercado ou o padrão, pois apesar de eles estipularem um padrão de beleza, as pessoas devem estar convictas que a saúde é em primeiro lugar, de nada adianta uma modelo ser magérrima, mas doente.
Em Milão se fez um desfile em que as modelos não eram tão magras como as que aparecem em comercias e desfiles. Talvez seja uma iniciativa para que esses padrões sejam alterados pela sociedade, que vai construindo a partir de décadas.
A mídia deve tomar cuidado para que não seja um meio de comunicação capaz de causar ou influenciar as meninas a doenças como essas. E a nossa sociedade deveria se precaver e ver que talvez a beleza não seja levada tão a sério, vaidade é necessário, mas não é o essencial.
As agências de modelos estão tendo agora uma preocupação maior, sendo que antes de inscrever a pessoa ela tem que passar por uma avaliação médica, além de fazer exames de sangue para se constatar que a modelo está saudável. Essa medida caracteriza que, não adianta seguir a regra e os padrões da sociedade se ela não é compatível com você mesma.
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quinta-feira, novembro 16, 2006
Moda dos anos 70 até nos dias de hoje
Por Mayra Altomari
A década de 70 foi um marco para moda. Até hoje, a época serve como inspiração para grandes marcas como Missoni e Gucci, que acabam trazendo de volta algumas peças.
O período foi de revolução no comportamento dos jovens, na música e na liberação sexual da mulher. Foi à época do Festival Woodstock, do movimento hippie, da onda disco, etc.
Os homens deixaram de ser formal e ganharam roupas com um toque colorido e inovador. Já as mulheres, passaram a ser romântica e despojada. Os cabelos passaram a ser ?desarrumados?, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas sempre com muita cor ou florais.
E foi nessa época que o unissex entrou na moda, com suas boca-de-sino e sapatos plataforma.
Outra coisa que ganhou espaço nos anos 70 foi à moda glitter. Tudo tinha muito brilho, era futurista, com toques metálicos.
O ?paz e amor? foi cedendo espaço à moda disco e aqui no Brasil atingiu seu auge com a novela Dancing Days.
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Por Mayra Altomari
Moda dos anos 70 até nos dias de hoje
A década de 70 foi um marco para moda. Até hoje, a época serve como inspiração para grandes marcas como Missoni e Gucci, que acabam trazendo de volta algumas peças.
O período foi de revolução no comportamento dos jovens, na música e na liberação sexual da mulher. Foi à época do Festival Woodstock, do movimento hippie, da onda disco, etc.
Os homens deixaram de ser formal e ganharam roupas com um toque colorido e inovador. Já as mulheres, passaram a ser romântica e despojada. Os cabelos passaram a ser ?desarrumados?, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas sempre com muita cor ou florais.
E foi nessa época que o unissex entrou na moda, com suas boca-de-sino e sapatos plataforma.
Outra coisa que ganhou espaço nos anos 70 foi à moda glitter. Tudo tinha muito brilho, era futurista, com toques metálicos.
O ?paz e amor? foi cedendo espaço à moda disco e aqui no Brasil atingiu seu auge com a novela Dancing Days.
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domingo, novembro 12, 2006
Por Danielly Abreu
Em uma entrevista ao site Amai-vos, o sociólogo Gilles Lipovetsky discute sobre como é a moda em um era que a mídia é muito forte. Ele diz que antigamente a moda era disseminada por grupos pequenos e que era comprovado por moda as vestimentas próximas. Agora, no século XIX e XX, a imagem tomou um poder muito grande, assim a moda se propaga a partir da mídia, dos jornais, da propaganda, a imagem se torna essencial. O poder que a mídia exerce na influência da moda que será disseminada é muito grande.
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Estilo em 10x sem juros. Compre já o seu!
Por Beatriz Bertarelli
Durante semanas e semanas, em todos os nossos posts, dá pra encontrar um ponto em comum. Nós oito vemos e falamos da moda como uma manifestação social, um estilo próprio, uma questão de personalidade, de escolha. Mais que isso, a moda aqui foi sempre vista como uma forma de se expressar.
Pensando nisso, me veio à cabeça uma questão. E a questão é: E os personal stylist? Quem são essas pessoas, verdadeiros psicólogos da moda, que julgam e escolhem como alguém vai se vestir. E onde ficam a ?forma de se expressar?, a ?manifestação social?, o ?estilo?, a ?personalidade??
Tá certo que eu mesma seria muito, mas muito feliz se tivesse alguém que fosse ao shopping fazer compras pra mim de vez em quando. Alguém que arrumasse meu armário todos os dias e separasse tudinho por cores, tamanho, estação do ano.
Isso acontecia. Mas acontecia quando eu tinha uns 2, 3, 4 anos e não sabia nem mesmo colocar uma colher na minha boca direito sem me sujar. Acontecia porque nessa idade eu não tinha minha personalidade formada. Eu era aquilo que minha mãe quisesse que eu fosse. Pelo menos, aparentemente.
Não entendo como uma pessoa que tenha seus 20, 30, ou 40 anos possa deixar que alguém escolha suas roupas. Preguiça? Falta de tempo? Praticidade? Moda? Ok, devo respeitar os personal stylist pois hoje em dia é preciso tentar novos meios de pôr o pão na mesa. A criatividade de alguns transborda, enquanto a de outros está mesmo em falta.
Mas não me venha dizer que o estilo de alguém pode ser vendido. Pra mim, como diria a Fiat, estilo é assim: Ou você tem, ou você não tem!
Texto base: http://guiadasemana.uol.com.br/noticias.asp?ID=18&cd_news=21552
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sexta-feira, novembro 10, 2006

Diana Vreeland "A" EDITORA
Por Fabiana Ciccarelli.
Conhecida por sua personalidade forte e gênio difícil Diana Vreeland,nascida no dia 29 de julho de 1906, em Paris.Marcou a história da moda.Ela foi uma das primeiras a seguir a carreira de editora de moda. Em 1939, Diana Vreeland foi colunista da revista Harper?s Bazaar. De lá, seguiu para a Vogue, onde só saiu em 1971, foi demitida por excesso de criatividade e por detonar o orçamento da revista.Atuou também como consultora especial do Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova York. No museu, coordenou exposições como "Balenciaga", "A Glória do Traje Russo", "Trajes da Dinastia Manchu e Diaghilev", "Os Balés Russos" e uma retrospectiva de Yves Saint Laurent .
Diana tinha o senso crítico muito aguçado e uma facilidade incrível de perceber tendências e novos talentos.Quando trabalhava na Bazzar mostrava todo seu conhecimento do mundo da moda com ironia referindo-se as leitoras e as tendências."Sei o que elas vão usar, antes de elas usarem. O que vão comer, antes de comerem. E até mesmo para onde vão, antes mesmo de o lugar existir."
A editora de moda teve uma infância triste, passou este período ouvindo críticas da mãe, que dizia que a filha era feia. Talvez por este fato Diana era tão diferente e tinha um estilo próprio de se vestir.Mas cresceu e conheceu seu futuro marido, o banqueiro Reed Vreeland,e parou de dar tanta importância para os padrões de beleza.
Como chefe, a Diana não era tão boazinha.Claro todos tinham vontade de trabalhar ao lado da mulher mais famosa do mundo da moda, mas ela era autoritária levava os funcionários á loucura.Além de fumar muito, odiava reuniões e dava as informações aos funcionários através de telefonemas que eram ditados por suas secretárias.
Uma pessoa que não se preocupava muito com o futuro (deve ser por isso que obteve tanto sucesso). Passou os últimos dias de sua vida quase pobre deitada em uma cama cega de um olho.Ah um detalhe Diana encarava até o fato de estar cega com sarcasmo quando disse que, seus olhos cansaram de ver coisa bonitas. "Meus olhos se cansaram de ver coisas bonitas". Diana morreu no dia 22 de agosto de 1989.
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Socióloga fala sobre moda
Por Jamille Salomão
No ultimo domingo, saiu uma repostagem no jornal Folha de S.Paulo, com uma socióloga norte-americana, Dian Crane. Ela se especializou em sociologia da cultura, das artes e das mídias. E também sobre a moda e suas reflexões.
Para ela, a sociologia na moda tem o papel de explicar por que as pessoas consomem, o que elas consomem e de que maneira elas consomem.
Muitos acham que quem estuda sobre moda é supérfluo, para ela, a moda como o consumismo faz parte do cotidiano das pessoas, nossa sociedade é uma sociedade consumista, portanto, esse assunto não pode ser deixado de lado.
A sociologia da moda, explica Crane, estuda como esse mercado se formou, como ele é produzido e como reage a era da globalização e no mundo contemporâneo.
O objetivo do trabalho dela é estudar como a moda é produzida e ao motivo pela qual era produzida. Hoje em dia, a moda não é mais privilegio da elite. As classes mais baixas também estão dentro da moda. Porque, afinal, a moda é uma maneira de expressão.
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quinta-feira, novembro 09, 2006

Por Mayra Altomari
A moda chega até no orkut!
Com milhões de pessoas que participam do orkut, a imaginarium teve a idéia de fazer as comunidades da rede de relacionamentos virarem estampas engraçadas de camisetas.
A marca criou a linha " Iorgut", que faz referência divertida ao Orkut.
Por enquanto são duas camisetas. Uma é para quem gosta de animais e vem com o nome " Eu converso com meu cachorro" com o desenho de uma menina batendo papo com seu cão. A outra é para quem detesta quando o despertador toca antes do meio-dia e vem com a frase "Eu odeio acorda cedo", com a estampa de um relógio amassado.
Ambas são de malha e na cor azul.
Para as pessoas que são viciadas no orkut, agora podem até vestir as próprias comunidades!
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quarta-feira, novembro 08, 2006

Moda Canina
Por Thalita Brassolatti
Hoje, resolvi falar de um assunto um pouco complicado. A Moda Canina!
Em 2002, a Daslu, império do luxo brasileiro, lançou, a pedido de muitas clientes, a marca Daslulu para vestir com roupas e acessórios chiques os pets da sociedade canina brasileira. Lá, podemos encontrar bandanas, coleiras, ossinhos, caminhas (pela bagatela de R$ 900) e roupinhas de grifes como Burberry e Gucci, entre outras coisinhas indispensáveis para um cãozinho de estilo. Para quem já está acostumado a freqüentar Pet Shops, e se espanta ao ver tanta variedade de roupinhas e sapatinhos para seus queridos animais, não se espanta em saber também que já criaram até padarias e SPAS para que eles possam comer guloseimas e depois relaxar!
Hoje, já é normal cruzar com a dona e seu cãozinho passeando, com a mesma marca de roupa, e ir a festinhas de aniversário de ?Lulus?, com bolo e tudo mais. Pergunto se esses bichinhos sabem que estão usando roupas tão caras e comemorando mais um ano de vida? Faria alguma diferente se estivessem apenas com um pano amarrado a seus corpos? Acho que não.
Assusto-me um pouco com essas coisas, pois não fazem parte da minha realidade. Tudo bem, a moda pode se expandir, não tem fronteiras, blá blá blá...
Realmente a moda está em constante mudança, e isso é bom, porque não podemos viver sempre do mesmo jeito. Mas, isso atingir os pobres animaizinhos, que no máximo pedem um pouco de atenção de seus donos e que os levem para passear por alguns instantes, isso não faz diferença alguma!
Confesso que acho um pouco de exagero o cuidado que muitos tem com seus cães. Assumo também não gostar muito de animais, então não posso dizer que teria coragem de gastar muitos reais em roupinhas, produtos de ?beleza? ou enfeites.
Mas, não vou questionar quem tem muito dinheiro, ama seus animais e não se importa em gastar tanto com seus queridos bichinhos. Quem não tem dinheiro e mesmo assim gasta ?horrores? com isso, só posso lamentar. Cada um gasta seu dinheiro da forma que acha mais necessário.
Sei que serei um pouco criticada por esse poste, pois quem gosta de animais os defende até o último fio de pêlo, ops, cabelo. Mas, não consegui ignorar esse assunto após encontrá-lo perdido no mundo da internet!
Esse mundo está ficando cada vez mais louco...Onde vamos parar?
Vai saber!
Fonte: http://www2.uol.com.br/modaalmanaque/especiais/coluna_moda4.htm
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terça-feira, novembro 07, 2006
Metrossexuais dominando o mundo!
Por Camile Liguori
Antigamente falar em moda era sinônimo de mulheres fúteis que só pensam na aparência. Hoje o discurso é outro e os homens se juntam ao grupo dos que discutem e se interessam pelo assunto. Desantenado é o que define quem não está nem ai para o que ditam as passarelas.
Esse interesse masculino cresceu tanto que trouxe também à vontade de mexer no visual dos cabelos, cuidar da pele, recorrer a pedicure, manter a barba em ordem, o corpo nos trinques e junto com tudo isso surgiu o termo metrossexualidade.
Apesar das inúmeras confusões os metrossexuais nada mais são do que homens, indiferente de suas opções sexuais, que tem a vaidade como característica marcante e são narcisistas ao extremo.
Invadindo o restrito mundo feminino, produtos de beleza específicos para homens começam a dominar as prateleiras e já movimentam bilhões no mercado brasileiro. Spas especializados em atender as necessidades do público masculino também tem crescido e sua grande procura faz com que seus proprietários procurem estar sempre inovando.
Os metrossexuais assumidos como Brad Pitt e David Beckham inspiram os novos adeptos e instigam o uso de camisas Armani e sapatos Prada. O mercado só tem a agradecer a essa nova geração de consumistas e egocêntricos do século XXI.
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segunda-feira, novembro 06, 2006
Moda Arte
Por Gabriela Rassy
Eu sempre me perguntei que papel tem a moda que os estilistas produzem nos grandes desfiles, tipo São Paulo Fashion Week. Só pode ser uma forma de arte e nada mais, ou seja, a moda que nasceu da necessidade de vestimenta com algum detalhe aqui ou acolá, qualquer coisa que tornasse a pessoa mais feliz e representativa, com uma identidade própria, enfim vaidade; não como pecado, mas como fato. Daí percebeu-se que isso entraria facilmente no esquema do comércio. Comercializar roupas pela linguagem da moda, foi uma grande sacada.
Hoje isso continua, só que se criaram eventos com grandes nomes, estilistas viraram celebridades e criaram estilos cada vez mais ousados pra mostrar nas passarelas roupas inimagináveis assim como fazem hoje em dia os artistas plásticos numa bienal. Então a moda hoje também é arte. Porque ninguém vai comprar aquelas roupas e usar na rua, exceto as meia dúzias de excêntricos que tão por ai.
Já parei inúmeras vezes para pensar quem compraria aquelas roupas e assessórios bizarros que transitam em meio a aplausos nas passarelas da vida. Nem top model em entrega de prêmio veste aquelas coisas espalhafatosas. Seria justo então pensar no estilista como um artista que exibe suas obras ambulantes apenas pelo mérito de ter construído uma obra nunca vista, mas não para comercializá-la.
Claro que isso é uma utopia absurda, afinal, ninguém investe tanto tempo, publicidade e dinheiro para fazer uma obra que não vai ser vendida. Na verdade encaro os desfiles dessas roupas estranhas como uma esperança dos estilistas; a esperança que alguém se interesse realmente pelo que eles fizeram e vire uma febre. Tanta coisa já foi inventada, que agora só resta transformar o que já foi moda, afinal, nada se cria, nada se perde, tudo um dia volta a ser moda.
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domingo, novembro 05, 2006
Delimitações de um indivíduo
Fernando Pessoa, um grande mestre da Literatura escreveu um verso que pode ser colocado em vários aspectos da sociedade, até mesmo na moda. "Não me tragam estéticas/ Não me falem em moral". Eles traduzem uma rejeição que pode ser considerada das pessoas para os padrões que a própria sociedade de consumo impõe e procura com eles modelar cada indivíduo. Umas preferem seguir a vida de forma como acham melhor e não apenas aceitar aquilo que lhe foi imposto, outras por sua vez se sentem obrigadas a aceitar as regras.
O certo e o errado já estão estipulados pela sociedade, o que é bonito, moderno ou não é formado pela sociedade não imediatamente, mas sim formadas em gerações e transmitidas a elas. Tudo é moldado e calculado, todas as delimitações, de certa forma tolhem a liberdade de uma pessoa. Ao invés de ser colocada de forma criativa, a fim de convencê-las e não apenas como forma de restringir direitos de se manifestar. Por outro lado, se um indivíduo aceitar a necessidade da ética, os limites impostos se tornam mais aceitáveis.
Assim, é preciso perceber que a liberdade só existe a partir do instante que não provoca algo negativo no outro, desta forma surgem os direitos que permitem enquadrar o indivíduo e lhe possibilitam algumas atitudes. Aliado a isso a censura e a consciência permitem que os interesses de uma sociedade sejam vivenciados pelos indivíduos.
No entanto, o que se percebe é que a autoridade dos padrões de uma determinada sociedade impõe limites de forma brusca, acusando as pessoas que fogem das delimitações e as colocam à margem da sociedade, provocando o preconceito.
Faz-se necessário que a sociedade perceba que a imposição de padrões sem a devida explicação é prejudicial aos indivíduos e, desta forma, torna a liberdade absoluta apenas uma esperança a ser alcançada.
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Cabeça vazia, casa do diabo!
Por Beatriz Bertarelli
Já ouvi falar de desfile de moda inspirado no verão, no inverno, na primavera e no outono. Já fizeram desfiles para conseguir fundos contra a fome, a guerra e contra a extinção dos animais. Já vi coleções que homenageavam artistas, escritores, esportistas e até políticos. Um desfile de lingerie com tema infantil me parece criativo, mas nada mais estranho do que ver dois policiais armados na passarela.
Foi em uma prisão em Vercelli, no leste de Milão, que quatro mulheres detidas desenharam e fizeram uma coleção inteira inspirada na vida dentro das penitenciárias. A coleção Codice a Sbarre foi apresentada por modelos, que desfilaram pijamas de listras cinza e verde e tops com números de identidade, ao som de David Bowie cantando "We can be heroes just for one day" (nós podemos ser heróis só por um dia).
As duas prisioneiras que tiveram permissão para acompanhar seu desfile de perto foram vigiadas o tempo todo, mas puderam experimentar a sensação de ser estrela da moda por algumas horas. As outras duas mulheres não tiveram a mesma oportunidade, por causa da natureza das suas sentenças.
Maria Ripandelli, estilista profissional que trabalhou com as prisioneiras, diz que o projeto serve para as mulheres falarem de seus mundos através das cores e dos detalhes. Com esse projeto, Antonino Raineri, diretor da penitenciária de Vercelli, acredita que as chances das mulheres voltarem para a vida do crime são menores. Se elas tiverem chances de conseguir algum emprego, se mostrando habilidosas e se sentindo úteis, não entrarão mais para o crime.
É... espero que essa moda pegue!
Fonte: Terra ? Moda - Notícias
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sábado, novembro 04, 2006
A Indústria do Calçado
por Fabiana Ciccarelli
Estudiosos acreditam que os sapatos existem há mais de 10.000A.C.Foram encontrados pinturas paleolíticas em cavernas na França e na Espanha que comprovam esta teoria.Mas existe outra pesquisa que confirma que os sapatos foram inventados na Mesopotâmia,há mais de 3.200 anos.
Os calçados têm diversas funções em determinadas épocas, no Egito só os Faraós e os nobres usavam sapatos em couro.Os gregos usavam um modelo diferente para cada pé.No Império Romano os calçados definiam a classe social do indivíduo.As mulheres usavam sapatos brancos, verdes, amarelos ou vermelhos.Os senadores usavam o marrom , era uma espécie de sandália que usava-se amarrada na panturrilha.O Exército Romano usava uma bota de cano curto.
Durante a revolução indústrial, no início do século XVIII, os sapatos passaram a ser produzidos em larga escala. Mas existem registros que indicam que a primeira produção em larga escala foi em 1642 na Inglaterra,quando Thomas Pendleton fez quatro mil pares de sapatos e 600 pares de bota para o exército.
Mas foi no século XX que a industria dos calçados evoluíram.Trocaram o couro pela borracha e passaram a usar materiais sintéticos para a confecção de sapatos femininos e infantis.
No Brasil há uma descrição sobre o uso de calçados no Rio de Janeiro em 1816 e uma descrição de uma fábrica de calçados e um curtume em 1918.E hoje o país é um dos maiores exportadores de calçados do Mundo.São mais de 8,4 mil indústrias , que produzem aproximadamente 725 milhões de pares por ano,sendo que 189 milhões são destinados à exportação.Esse é um dos setores que emprega mais pessoas no país.Só em 2004, cerca de 313 mil trabalhadores atuavam na indústria, e esse número tende a triplicar nos dias de hoje.
O produto é exportado para mais de 100 países. Os Estados Unidos são os principais compradores do calçado brasileiro, detendo 50% do total exportado. Os empresários brasileiros têm amplas condições de atender à demanda de importadores dos mais diversos perfis,devido à agilidade em obter informações sobre as tendências mundiais de moda somadas à facilidade em obtenção de matérias primas. Exemplos são os calçados fabricados para importantes grifes e lojas norte-americanas e européias, que já se habituaram o ?made in Brazil? impresso nos seus calçados.
Além de acessório o sapato, move a economia do país levando o modelo brasileiro tornar-se febre no exterior, um exemplo forte disto são as sandálias Havaianas que produzem 105 milhões de pares por ano e são vendidas na Europa por mais de 100 libras quase 478 reais.Que absurdo!!! No Brasil a sandália era sinônimo de pobreza e agora vira tendência Mundial.
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Moda X estilo
por Jamille Salomão
Muitos confundem moda e estilo. Não é de se estranhar, os dois tratam da maneira como as pessoas se vestem e se manifestam.
Bom, a grande diferença de um e o outro, estilo vem de dentro para fora, a moda não. O estilo não é pode ser comprado como a moda, o estilo é construído com o tempo. Cada um tem o seu e é essa maneira encontrada para manifestar suas opiniões.
Moda é a coleção nova que você compra na loja, é passageira.
Os punks não admitiam que seu estilo fosse chamo de moda. Para eles moda era sinônimo de consumismo, industria cultural e cultura de massa. Tudo o que eles recriminavam. Portanto, não diga a um punk de ?verdade? que as roupas deles estão na moda, é quere arrumar briga.
Seu estilo vai ser adquirido com o tempo. Você vai ter que se conhecer muito bem, saber o que vai querer manifestar vestindo aquelas roupas, se vai ser chocar a sociedade, e nunca copie estilo de ninguém, porque você vai estar copiando a opinião daquela pessoa, e opinião cada um tem a sua.
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quinta-feira, novembro 02, 2006
Certo X Errado
Por Mayra Altomari
Diversas revistas voltadas para adolescentes possuem páginas dizendo o que está certo vestir e o que está errado.O que é uma tremenda bobagem. Mas por outro lado, tem várias dicas de roupas, acessórios, cabelo e sapatos cada qual com seu estilo.
A sociedade criou um padrão da moda. Muitos jovens tem medo de " sair da linha". Isso porque, acreditam que não serão aceitos no estilo deles. É claro que não são todos, mas boa parte sofrem influência por não terem uma opinião formada.
É pra isso que as revistas estão aí. Elas trazem diversas modas diferentes. Seja para as paticinhas, boyzinhos, skatistas, funqueiros, e outros. A partir daí os adolescentes podem ver qual combina mais com a sua personalidade.
E não existe certo ou errado. existe o que você gosta de vertir ou não. O que você se sente bem ou não.
A moda é muito diferente. Pode observar que cada estilista cria um tipo de roupa, com idéias totalmente diferentes. É por isso que os jovens não precisam usar apenas um tipo de roupa, eles possuem um cardápio enorme para poder escolher. Se todos tivessem que usar a mesma coisa, existiria um estilista só.
Então, não precisa optar por um só. Use e abuse de diversos estilos. E seja Feliz!
Está certo vestir o que você se sente bem, o que te deixa a vontade
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Um estilo? Uma idéia? Uma forma de se expressar... Não é questão de moda ou de consumo, e sim de provar que podemos ser e fazer o que quisermos!! Como mostrar isso? Pela roupa que vou usar é claro!!! -----------------------------
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O desfile de oito cabeças femininas completamente alienadas do
mundo fashion.
Beatriz, Mayra, Jamille, Thalita, Danielly, Camile, Fabiana e Grabriela são as oito estudantes de jornalismo que se aventuram nas passarelas onde idéias e comportamentos fazem parte da nova coleção. Outlet Social. Uma manifestação social através da moda Entre e fique à vontade. Estamos em liquidação. Faça sua oferta!
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